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Lennon 22 anos, touro. Engenharia Mecânica ![]()
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Editado dia 10/07 Um texto q recebi de um colega do RJ por email: Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE, que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. "Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino , com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam ter minar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigofeminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva." Escrito por golpe desferido às 20h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Peguei DePendência da matéria que tirei zero. Td bem. Não vou perder a cabeça. Vou salvar o que der . Escrito por golpe desferido às 16h03 [ ] [ envie esta mensagem ] É incrível como meus lapsos criativos vêm em horas tão inapropriadas. Tenho provas a semana toda e tô com idéias bem legais pro site da classe. Claaaro que você, esperto, dinâmico e moderno, vai falar pra eu largar disto e ir logo estudar. Mas, é tããão difícil. Escrito por golpe desferido às 22h04 [ ] [ envie esta mensagem ] - PMDB está envolvido em mensalão. Qual? Aquele de 3mil reais? Nó.. mais é pobre até na hora de roubar..... Como eu odeio a Globo. Odeio de paixão. Como que pode uma secretária, sim, uma secretária que atende telefones e anota recados, ter o espaço que tem na globo em horário nobre???? Com que pode, um cara deputado-ator ter o espaço que tem na Band? GOLPE DE HOJE: O que fode com a economia do país atualmente é a televisão. Voltando sobre o post anterior, perguntaram que fim que deu. Eu não fui. Fiquei em casa jogando FIFA2005. No domingo cedo saí pra caminhar no jardim botânico daqui, que fica ao lado do zôo. Acabamos, eu e minha irmã, voltando a pé. 2h10min de caminhada sob sob forte das 11h. Passamos num feirão de veículos. Descobri que com 3mil reais eu compro um opalão BALA! huhuhuh Pô, que sub-mundo!!! É uma balada improvisada no sambódromo! Barracas de espetinho, pastel, garapa, cerva a 1,50 e muita, mas muita, gente FEIA. Às vezes eu acho que não sou daqui, sou de outro mundo. Eu deveria estar em Pasárgada, isso sim. De resto, provas e talz... Escrito por golpe desferido às 23h28 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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